Marketing: o que é; como e quando surgiu; e qual a importância para o sucesso de sua empresa.



Muito se ouve falar a respeito do marketing, porém, a grande maioria dos empreendedores não compreende seu real significado.

Neste post você aprenderá o que é o marketing; como ele surgiu na sociedade; seus principais conceitos; e qual sua importância para a construção de grandes marcas e negócios.

Vivemos em uma era de grandes evoluções, e o marketing tem acompanhado essa mudança no cenário mundial.

O que chamamos de marketing digital é o marketing adaptado ao ambiente online e interativo. A tecnologia auxilia de um modo extraordinário os processos de marketing, que não precisam mais serem feitos manualmente como antigamente.

E uma diferença nítida é que antigamente havia pouca concorrência no mercado, e por falta de opções para o consumidor, tudo que as empresas fabricavam era vendido. Mas hoje, além da infinidade de produtos e serviços disponíveis, as formas de consumo foram modificadas. Então, aí é que o marketing se faz mais importante ainda, para chamar atenção de um público cada mais mais antenado e ao mesmo tempo disperso para propagandas tradicionais.

Então, leia este artigo por completo para compreender o que é o marketing e porque você deve utilizá-lo para o sucesso de seu negócio.

O que é e para que serve o marketing?

Marketing é a ciência e a arte de explorar, criar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um mercado-alvo com lucro. Marketing identifica necessidades e desejos não realizados. Ele define, mede e quantifica o tamanho do mercado identificado e o potencial de lucro. Ele aponta quais os segmentos que a empresa é capaz de servir melhor e que projeta e promove os produtos e serviços adequados.Philip Kotler – Marketing Management

Ele visa satisfazer os desejos e as necessidades das pessoas, sempre gerando lucro para as empresas.

Essas necessidades podem ser humanas, como se alimentar, se vestir, ter uma casa para morar, e por aí vai; e sociais, que é o convívio com outras pessoas, os relacionamentos sociais.

O marketing se aplica a bens, que são os produtos que consumimos; a serviços, que são produtos não tangíveis; a eventos, através da promoção de quaisquer eventos pelos profissionais de Marketing, como feiras, espetáculos, aniversários; à pessoas, como artistas, músicos, advogados e outros tantos profissionais liberais que representam sua própria marca.

Ele também é utilizado para promover lugares, propriedades, organizações, informações e ideias.

Não confunda marketing com publicidade e propaganda, porque são coisas diferentes, apesar de serem de certo modo pertencentes à uma mesma área. O marketing é a parte estratégica; o conceito por trás de uma ação. Agora, Publicidade e Propaganda estão dentro do “P” de promoção do marketing, o que quer dizer que o marketing vem antes. Falarei mais adiante sobre os 4Ps.

Quando e por que surgiu o Marketing?

A palavra marketing é derivada do termo “mercare” em latim, que se referia ao ato de comercializar produtos na Roma Antiga.

O marketing teve início com a troca, e surgiu juntamente com o comércio, embora ainda não possuísse esse nome. Mas sua prática teve um embalo a partir da década de 40 nos Estados Unidos, através de uma necessidade encontrada pelos comerciantes de venderem mais, já que os produtos não eram vendidos tão facilmente como antes.

No Brasil ele iniciou-se somente a partir da década de 50, em um cenário onde havia poucas empresas e um número limitado de ofertas de mercadorias, que atendiam apenas o público local.

Com a Revolução Industrial no século XVIII, o importante era produzir em larga escala, pois tudo que era fabricado era vendido.

Durante esse período, surgiu um problema para o gerenciamento dos negócios, e os mercados locais estavam longe dos mercados externos, então foi preciso desenvolver novas técnicas de distribuição para que alcançassem o mercado nacional.

Os mercadores, desde os primórdios já desenvolviam relacionamentos de longo prazo com os consumidores, mesmo que de uma forma diferente da que as empresas necessitam fazer hoje, já que o mercado passou por uma transformação muito grande nos tempos atuais.

O marketing foi responsável pelo avanço da economia em todo mundo, e passou por várias etapas.

Nos anos 60, um primeiro banco de dados foi explorado, e os estudantes de marketing começaram a desenvolver ferramentas analíticas para encontrarem ligação entre os resultados de vendas com os esforços de marketing.

A importância de mensuração foi enxergada lá atrás (hoje em dia com o avanço tecnológico, análises não são apenas infinitamente possíveis, como também obrigatórias para um profissional de marketing).

Os setores e departamentos de marketing começaram a surgir nas grandes empresas apenas a partir dos anos 70, e como foi sendo enxergado pelo mercado a importância dessa área, ela passou a ser aderida por vários outros setores de atividades, como governos, entidades religiosas, políticos, etc. Nesse período, foi o boom dos supermercados e shoppings centers.

A partir de 1982 começaram a surgir os chamados “Gurus do Marketing”, com destaque para Tom Peters e Bob Waternan, que lançaram um livro chamado “Em busca da excelência”, onde a atenção era focada para o cliente.

Durante esse período surgiu também o conhecimento sobre marketing de relacionamento, que é o foco na satisfação e retenção de clientes.

De 1990 a 2000 foi o período do Cybermarketing, que na minha opinião foi o maior salto do marketing em toda sua história, graças ao avanço tecnológico dos anos 90 e o surgimento da internet no Brasil.

Veja os acontecimentos desse período tão importante:

  • Surgiu o comércio eletrônico, impactando a logística (formas de distribuição) e recebimento de pagamentos das empresas.
  • Surgiu o CRM (Customer Relationship Management), que em português quer dizer “gestão de relacionamento com o cliente”, e os serviços de atendimento ao consumidor, graças à tecnologia, permitiu que as empresas fizessem uma melhor gestão de seu relacionamento com os clientes.
  • Surgimento do Marketing Societal: Preocupação com o bem-estar da sociedade, e a responsabilidade social se tornou vantagem competitiva.

E de 2000 para cá muita coisa aconteceu, como por exemplo:

  • Sistemas de automação de marketing, permitindo que as empresas enviem as mensagens certas para as pessoas certas e na hora certa.
  • Crescimento das redes sociais, e diversas plataformas foram surgindo.
  • Surgimento das câmeras digitais.
  • Evolução do telefone celular, até chegarem os smartphones como conhecemos hoje.
  • Chegada da internet banda larga e 3G e posteriormente 4G.
  • Surgimento das tecnologias de realidade virtual e aumentada.
  • Evolução dos vídeos e possibilidade de transmissões ao vivo.

Antes desse período existiam poucos sites, e muitas pessoas ainda não estavam conectadas.

O Google, que foi fundado em 1998, chegou ao público somente em 2004, e ele permitiu que pudéssemos localizar qualquer conteúdo na rede.

O consumidor passou a ter mais acesso às informações e, consequentemente, um poder que não tinha antes.

A mídia espontânea foi tomando o espaço que pertencia à publicidade tradicional.

Surgiu o conceito “Marketing de Permissão”, idealizado por Seth Godin, um dos maiores pensadores e escritores de Marketing de todos os tempos. Esse termo pode também ser chamado de Inbound Marketing (falaremos sobre mais à frente).

Alguns princípios básicos do marketing

Ambiente de marketing

No marketing existe o microambiente e o macroambiente. O microambiente é constituído pelos participantes diretos de uma empresa/negócio, como por exemplo, a própria empresa, fornecedores, clientes etc.

Já o macroambiente é constituído pelos ambientes demográfico, econômico, sociocultural, natural, tecnológico e político. São forças externas que a empresa não pode controlar, diferentemente do microambiente.

Se ligou?

Micro = forças internas; algo próximo, de dentro.

Macro= forças externas; algo mais distante, de fora.

Quatro Ps (4Ps)

Provavelmente você já ouviu em algum momento de sua jornada empreendedora a respeito dos 4Ps. Eles fazem parte do mix de marketing criado por McCarthy, e consiste em uma classificação para as diversas atividades do marketing.

Produto: Especificações do produto a ser comercializado, como por exemplo, se terá variedade, como será sua qualidade, seu design, nome da marca, características do produto e da embalagem, tamanhos, formas de garantia e devoluções.

Preço: Especificações do preço. Como ele será elaborado? Terão descontos? Alguma bonificação? Qual será o prazo de pagamento? É possível financiar esse produto?

Praça: Onde será vendido/distribuído esse produto? Possuirá alguma cobertura? Terá estoque e transporte?

Promoção: Aqui entra toda parte de divulgação e oferta do produto, como promoção de vendas, propaganda, relações públicas e marketing direto.

O pessoal do We Do Logos exemplificam muito bem os 4Ps através da figura abaixo:

Análise SWOT

A sigla SWOT vem do inglês: strengths, weaknesses, opportunities, threats, que em português quer dizer: forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

Essa análise é uma forma de saber como se encontra o ambiente externo e interno. Pode ser aplicada para empresas, produtos, serviços e até mesmo pessoas.

Para fazer a análise SWOT, crie um quadro como o acima e preencha da seguinte maneira:

Forças: Quais são os diferenciais da sua marca, empresa, produto ou serviço? Aqui entram os pontos fortes que ajudam na valorização de seu negócio no mercado.

Fraquezas: Quais são as fraquezas de seu negócio? Que limitações impedem a expansão de sua marca?

Oportunidades: Aqui estamos nos referindo a oportunidades no ambiente externo. Por exemplo, seu segmento de atuação está em expansão? As pessoas estão enxergando necessidade nos seus produtos?

Ameaças: O que no ambiente externo ameaça a evolução de sua empresa? Por exemplo, se você trabalha com a fabricação de um produto que utiliza matéria prima em extinção. O que poderia ser feito para diminuir os danos ambientais e não correr o risco de não ser mais possível fabricar seu produto algum dia?

O ideal é que se faça uma análise SWOT regularmente para acompanhar a evolução de seu negócio.

Dica: faça uma análise SWOT pessoal, para que você tenha uma melhor percepção a seu respeito, afinal, se seu desenvolvimento não estiver adequado, os resultados em sua empresa podem acabar comprometidos.

O Marketing Digital

Podemos definir marketing digital como o marketing realizado através dos meios digitais. Isso quer dizer que ele continua sendo marketing, porém, com a possibilidade de inúmeras ferramentas tecnológicas e interação dos usuários entre si e com as marcas.

Planejamento e estratégia são sempre mais importantes que as ferramentas. Após planejado e definidas as ações, que se deve procurar as melhores ferramentas para executá-las.

O marketing Digital também pode ser chamado de: Marketing Online, Marketing de Internet, Internet Marketing, Web Marketing, Marketing Interativo, Marketing Eletrônico.

O marketing digital permite:

  • Criar campanhas mais segmentadas;
  • Atingir consumidores de outros locais geográficos;
  • Gerar valor através de conteúdos, com o Marketing de Conteúdo;
  • Tornar marcas e empresas referências no mercado online e físico.

Tráfego e Conversão

Tráfego são as visitas recebidas em um site ou blog. De nada adianta tê-los se não forem acessados. Essas visitas podem vir de variadas fontes, como por exemplo, tráfego orgânico, que é quando o seu site aparece nos buscadores após o usuário pesquisar por determinada palavra chave. Chamamos isso de SEO – Seach Engine Optimization (otimização para mecanismos de busca). redes sociais, portais de notícias, anúncios online, etc.

Mas, para um site ser bem rankeado na busca orgânica, não basta apenas utilizar as palavras chaves relacionadas ao seu segmento. Existem vários fatores para que isso aconteça, como por exemplo, links externos apontando para o seu site (quando sites de relevância fazem referência ao seu site); links internos em seus artigos que levem o visitante à uma outra página de seu site/blog, com o intuito de fazê-lo navegar por mais tempo; títulos (tag title) e meta descrições (tag meta description) bem elaboradas; títulos das imagens; responsividade do site (layout capaz de se adaptar à qualquer tamanho e formato de tela), dentre outros itens.

Quando um usuário acessa seu site ou blog é preciso que você defina que tipo de ação ele deve tomar. Esse visitante pode ser convertido em lead (possível cliente) ao baixar um ebook seu, por exemplo. Ou pode, até mesmo, solicitar um orçamento de seu produto ou serviço (conversão para vendas).

Design

O design do seu site e/ou blog é fundamental para prender a atenção do seu visitante nele. É muito importante que tenha um layout fácil de navegar, sem poluições visuais, respeitando a usabilidade do usuário.

Pense sempre na experiência que seu visitante terá com seu site. Se essa for negativa, muito difícil conseguir convertê-lo em lead ou cliente.

Acessar uma página poluída, cheia de animações, banners e textos por todo lado é um tanto desagradável, e pode fazer a pessoa abandonar o site na mesma hora, já que os 3 segundos iniciais são essenciais para fazer com que um visitante permaneça ou saia de um site.

Sabe aquele ditado “a primeira impressão é a que fica”? Exatamente isso! Portanto, capriche no visual de seu site, blog, landing page (página de captura), etc.

Inbound Marketing – A maneira mais eficaz de se fazer marketing na internet

Antes de falar sobre o inbound, falarei sobre outbound marketing, que é justamente o contrário, para melhor entendimento.

Quantas vezes você estava assistindo televisão, quando de repente um comercial foi jogado na sua frente sem que você quisesse?

Ou, quantas vezes você estava ouvindo suas músicas prediletas no rádio e um comercial chato entrou na pior hora, cortando ainda o final da canção que você queria ouvir até acabar?

Essas formas interruptivas de marketing são chamadas de outbound. Um modelo que não tem funcionado mais, porque o consumidor está cada vez mais antenado e tem acesso à todas as informações que desejar. As propagandas em sua maioria não geram valor ao público, portanto, ele passou a não prestar atenção nelas.

Mas não pense que o outbound existe apenas nas mídias tradicionais, pois na internet também nos deparamos com ele.

Sabe quando você está buscando alguma informação no Google, e por acaso abre um blog repleto de banners por todo lado, e aqueles pop-ups chatos lhe impedindo de ver a publicação que deseja?

Isso também é um marketing interruptivo,mesmo no ambiente online.

Por que empurrar produtos, serviços e marcas na cara das pessoas não funciona mais?

Já foi a época em que os consumidores não tinham muitas opções no mercado, e que as empresas produziam em larga escala sabendo que todos aqueles produtos seriam tranquilamente vendidos.

Hoje em dia, além da enorme concorrência, os consumidores estão muito mais atentos ao que vão consumir.

Me diga uma coisa. Quando você quer comprar algum produto ou contratar algum serviço, como faz para escolher a empresa ou profissional para lhe atender?

Tenho certeza que você faz como eu, e joga no Google sua necessidade e, em questão de segundos você já encontrou dezenas de empresas e profissionais para o trabalho que gostaria de contratar.

Então, do mesmo modo que eu e você fazemos, seu cliente também faz. Quando ele tem alguma dúvida ou problema a respeito do produto ou serviço que você oferece, ou algo relacionado, ele vai ao Google e/ou redes sociais pesquisar.

Os resultados encontrados nessas buscas são os seus?

As dúvidas e questionamentos que seu público faz estão sendo respondidos por você ou sua empresa na internet?

Se a resposta for não, é necessário que pare urgentemente para planejar melhor sua estratégia. Ou melhor, criar uma estratégia de Inbound.

O novo marketing é aquele que faz sua empresa ser encontrada pelo cliente, e não o contrário. Portanto, você precisa oferecer um conteúdo de qualidade para o seu público e solucionar as objeções dele.

Inbound Marketing X Outbound Marketing

Conforme falado acima, outbound é o marketing de intrusão. Já o inbound é o marketing de permissão. O seu possível cliente que decidirá fazer ou não negocio com sua empresa.

O termo inbound foi criado pela HubSpot, uma das maiores empresas de marketing digital do mundo.

Implementar o inbound em sua empresa reduzirá significativamente o tempo gasto de negociações da equipe comercial com os compradores, custos com propagandas, e as vendas acontecerão de forma muito mais natural.

Marketing de Conteúdo

É a estratégia mais eficaz para atração e retenção de clientes de todos os tempos, e encontra-se dentro do inbound marketing.

De acordo com a Rock Content, uma das maiores especialistas no assunto:

“MARKETING DE CONTEÚDO É UMA MANEIRA DE ENGAJAR COM SEU PÚBLICO-ALVO E CRESCER SUA REDE DE CLIENTES E POTENCIAIS CLIENTES ATRAVÉS DA CRIAÇÃO DE CONTEÚDO RELEVANTE E VALIOSO, ATRAINDO, ENVOLVENDO E GERANDO VALOR PARA AS PESSOAS DE MODO A CRIAR UMA PERCEPÇÃO POSITIVA DA SUA MARCA E ASSIM GERAR MAIS NEGÓCIOS.”

Já que as pessoas buscam por informações que solucionem seus problemas, quando sua empresa utiliza o marketing de conteúdo ela ajudará esses usuários a encontrarem uma resposta para suas questões.

Ao contrário dos anúncios intrusivos, com essa estratégia seu potencial cliente que vai até você por meio de um campo preparado para o engajamento e interação (blog e mídias sociais).

Quando bem feito e planejado, o marketing de conteúdo é capaz de tornar sua empresa líder e autoridade no mercado. A melhor forma de fazê-lo é através de um blog, já que permite uma linguagem um pouco mais informal e pessoal com seu leitor, possibilitando a criação de um vínculo e gerando compartilhamentos quando seu conteúdo é de qualidade.

Dificilmente (dependendo do tipo do negócio) o visitante entrará em seu blog ou site e já solicitará um orçamento. Primeiramente ele poderá apenas buscar algum esclarecimento sobre a área de atuação de sua empresa (sem às vezes até mesmo saber que você vende alguma coisa).

No marketing de conteúdo é muito importante a criação de conteúdos para todos os estágios do funil de vendas (conforme imagem abaixo), e através da automação de marketing é possível nutrir os leads (possíveis clientes) em cada estágio desse funil até que venham a se tornar clientes (chegarem ao fundo do funil).

Por que o conteúdo é melhor que anúncios?

O conteúdo, de longe transmite mais credibilidade que a propaganda propriamente dita.

Um anúncio diz respeito à empresa, mas o conteúdo educa e agrega valor ao cliente antes de qualquer transação comercial, portanto, gera mais confiança ao lead.

Conclusão

O marketing fez parte da evolução da humanidade, e cada dia que passa sua importância para o sucesso das empresas, marcas, produtos, serviços e pessoas aumenta, pois todos os anos a tecnologia avança e possibilita maior conhecimento e informação ao público, que escolhe as marcas que deseja consumir, procurando aquelas que agregam valor a ele. Portanto, independentemente do negócio que você possua, utilizar o marketing digital (principalmente o inbound marketing) colocará sua empresa em um nível mais elevado no mercado, conquistando não apenas clientes, mas sim fãs e promotores de sua marca.

Gostou deste artigo? Compartilhe-o com seus amigos em suas redes sociais para que eles possam aprender mais sobre marketing também!

E cadastre seu e-mail no box abaixo para receber gratuitamente os conteúdos do blog! 😉

Grande abraço e sucesso em seus negócios!